Freud comeria um doce interpretando meus sonhos

Na madrugada de sábado acordei paralisada de medo. Dez minutos para o coração acalmar da disparada, movimento a perna esquerda enquanto me dou conta que era só um pesadelo. Na última cena, num veículo alto em movimento pela estrada de um cenário estilo “Mad Max do absurdo” eu derrubava um morto-vivo escada abaixo, que retornava e eu quando eu lhe chutava a cabeça, o bicho caía e voltava e eu empurrava, e ele caía e com mais um chute eu carimbava a criatura, sem contar todos os outros dos quais eu já havia me livrado ou encarado presa num lugar que me fazia morrer de medo. De ontem para hoje, mais um cenário análogo: desta vez, embora me perseguisse uma força oculta que novamente me matava de medo, duas ou três vezes percebi o símbolo de uma chave antiga e lindamente desenhada em tetos ou paredes.

Moral da história: lutar contra mortos-vivos é uma coisa que cansa a gente.

***
Please stop wondering why you feel so sad when you already know (already know)
You already know, oh, it’s time to go!

Orfeu e Eurídice estampam a capa do álbum Reflektor, do Arcade Fire. A imagem é linda e o conjunto de músicas, como a lira de Orfeu, me encanta há alguns dias, e cada uma delas se molda a algum aspecto da vida e me faz sorrir por aí.

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